O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a decisão de barrar a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para a liderança da minoria foi baseada em critérios técnicos. A indicação, proposta pelo líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), ocorreu após Eduardo se licenciar e residir nos Estados Unidos.
Segundo Motta, a ausência do deputado no Brasil configura violação de dever funcional, visto que ele não se comunicou previamente com a presidência da Casa. A licença de Eduardo Bolsonaro terminou em 21 de julho, mas ele não retornou e já acumula faltas não justificadas.
A decisão foi respaldada por parecer da Secretaria-Geral da Mesa Diretora, que não prevê registro remoto para deputados ausentes do território nacional, exceto em missões oficiais.