O mercado residencial de luxo e superluxo movimentou R$ 52,2 bilhões nas capitais brasileiras em 2025, uma alta de 35% em relação a 2024. Segundo levantamento da Brain Inteligência Estratégica divulgado pela Forbes Brasil, foram comercializadas 10.607 unidades acima de R$ 2 milhões. O resultado reforça a relevância econômica desse segmento, que respondeu por 29,4% do valor negociado no mercado residencial das capitais.
Para Guilherme Chimim, gestor da unidade empreendimentos do Grupo De Amorim, avaliar um projeto de alto padrão envolve considerar o que ele oferece para a rotina dos futuros moradores:
“O comprador precisa olhar além da metragem; privacidade, o espaço para projetar e construir a casa, e claro a estrutura que permita aproveitar melhor o tempo com a família. Estes são aspectos importantes nessa decisão. O projeto deve fazer sentido para a maneira como a pessoa deseja viver”, afirma.
Na Região Metropolitana de Curitiba, o Bosque Veneza traduz essa proposta em um condomínio fechado em Campo Largo. Desenvolvido pela De Amorim Empreendimentos, o residencial reúne 66 lotes, com áreas a partir de 700 m², em um ambiente cercado por áreas verdes preservadas e próximo ao centro da cidade.
O projeto contempla academia, salão de festas e espaço wine, playground e quadras de tênis, beach tennis e poliesportiva. A estrutura permite combinar a construção de uma residência personalizada com espaços destinados ao esporte e à convivência. O empreendimento está em obras, com previsão de entrega para o segundo semestre deste ano, com as áreas de lazer 100% prontas e abertas para visitação:
“No Bosque Veneza, a proposta é reunir terrenos amplos, contato com a natureza e áreas de lazer dentro do condomínio, mantendo a proximidade com os serviços urbanos. São características que ajudam o comprador a pensar na casa e também na experiência de morar”, explica Chimim.
O interesse por imóveis também aparece em uma pesquisa nacional da Brain divulgada pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC). No segundo trimestre de 2026, 58% dos entrevistados com renda familiar acima de R$ 20 mil mensais declararam intenção de comprar um imóvel. O indicador mede disposição para compra, abrangendo diferentes tipos de propriedades, e não representa vendas efetivamente realizadas.