PRF, TREs e forças de segurança atuarão em conjunto nas eleições

PRF e TREs atuam juntos nas eleições de 2026

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) vai trabalhar de forma conjunta com os tribunais regionais eleitorais (TREs), forças de segurança e instituições públicas para garantir o livre deslocamento dos eleitores até os pontos de votação, manter a segurança e evitar imprevistos no primeiro turno das eleições, no próximo domingo (4).

A atuação integrada prevê planejamento regional e monitoramento centralizado das ocorrências criminais pelo Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), na sede da PRF, em Brasília.

Comissão e monitoramento das ocorrências

Segundo a PRF, foi montada uma comissão de eleição para planejar as atuações locais de acordo com as características de cada região. Todas as ocorrências criminais serão monitoradas pelo CICCN.

Orientações ao eleitor e restrições de tráfego

A PRF orienta os eleitores a planejarem com antecedência a rota até os locais de votação e pesquisarem horários de pico e previsão do tempo.

Tanto no dia 4 quanto no dia 25, se houver segundo turno, haverá restrições de tráfego para veículos grandes com largura maior que 2,40 metros, altura maior que 4,40 metros e comprimento total maior que 19,80 metros. A medida tem o intuito de evitar congestionamentos.

Bloqueios e abordagens só em casos excepcionais

Os bloqueios de rodovias só poderão ocorrer de forma excepcional, com autorização prévia da Justiça Eleitoral, justificativa para a medida e indicação de rotas alternativas.

As abordagens de veículos também ficam restritas a situações que representem risco concreto e iminente à vida ou à integridade das pessoas.

De acordo com a PRF, a orientação busca evitar bloqueios ilegais como nas eleições de 2022, quando houve operações para fiscalização de ônibus no Nordeste. Segundo a Procuradoria-Geral da República, as ações foram direcionadas a locais onde o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva estava na frente nas pesquisas e tinham a intenção de impedir eleitores de chegarem aos locais de votação.

O diretor-geral da PRF na época, Silvanei Vasques, foi condenado pelo Supremo Tribunal Eleitoral (STF) a 24 anos e 6 meses de prisão por participação na trama golpista.

Fonte: Agência Brasil. Texto reescrito com base na publicação original.

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