Cerca de 412 mil contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com o Fisco receberão a restituição do Imposto de Renda nesta quarta-feira (30), em Brasília. A Receita Federal paga o lote da malha fina de setembro, que também inclui restituições residuais de anos anteriores.
O pagamento será feito ao longo do dia. Ao todo, 412.186 contribuintes recebem R$ 1,26 bilhão. Desse total, R$ 466,68 milhões vão para contribuintes com prioridade legal no reembolso.
Quem recebe e quanto vai para cada grupo
As restituições estão distribuídas da seguinte forma: 281.609 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber via Pix; 59.722 contribuintes de 60 a 79 anos; 34.565 contribuintes sem prioridade; 19.699 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério; 9.250 contribuintes acima de 80 anos; e 7.341 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave.
Como consultar a restituição da malha fina
A consulta, aberta desde o dia 23, pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Para isso, o contribuinte deve acessar “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, clicar em “Consultar a Restituição”. Também é possível consultar pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.
Como será feito o pagamento e o que fazer se não cair na conta
O valor será depositado na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração. Quem não estiver na lista deve entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e emitir o extrato da declaração. Se houver pendência, é possível enviar uma declaração retificadora e aguardar os próximos lotes da malha fina.
Se a restituição não for depositada na conta informada, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Se o contribuinte não resgatar depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC, em “Declarações e Demonstrativos”, “Meu Imposto de Renda” e no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.
Fonte: Agência Brasil. Texto reescrito com base na publicação original.