Move Brasil terá R$ 30 bilhões para crédito de veículos

Move Brasil terá R$ 30 bi para crédito de veículos

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta segunda-feira (14), a lei que institui linhas de crédito do programa Move Brasil para veículos novos. A medida torna o programa permanente e prevê recursos de R$ 30 bilhões para financiar carros e motos voltados a trabalhadores como taxistas, motoristas de aplicativo, entregadores e motoapps, além de incluir motoristas de transporte escolar.

Programa permanente e recursos do BNDES

De acordo com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o Move Brasil passou a ser um programa perene. “O BNDES dispõe de R$ 30 bilhões para gastar ao longo do tempo, de acordo com a demanda das trabalhadoras e trabalhadores”, afirmou Elias.

Quem pode aderir e condições do financiamento

A lei sancionada garante a possibilidade de adesão ao programa após o trabalhador de aplicativo completar seis meses de cadastro ativo em plataforma para motoristas e entregadores. O financiamento pode ser feito para veículos de até R$ 200 mil, com parcelamento em até 84 vezes, e inclui a possibilidade de compra de veículos utilitários.

Taxas de juros e tipos de veículos incluídos

Os juros do financiamento são de 12,6% ao ano para homens e 11,5% ao ano para mulheres. O programa permite financiar carros elétricos e híbridos, além de veículos movidos a etanol e flex (etanol e gasolina). O pedido de habilitação para participar deve ser feito pela internet, no site do Move Brasil.

Impactos citados pelo governo

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, disse que o programa traz ganhos “em várias frentes”, incluindo trabalhadores, economia do país e meio ambiente, ao focar em carros elétricos, motos elétricas e carros híbridos, além de permitir redução do custo do trabalho com combustível.

Lula destacou a possibilidade de motoristas de aplicativo e entregadores comprarem o próprio veículo, deixarem de alugar carro ou moto e substituírem o custo do aluguel pela parcela, com potencial de reduzir o valor pago por mês. “Saber que está construindo um patrimônio, é tudo que o Estado pode fazer”, afirmou.

Fonte: Agência Brasil. Texto reescrito com base na publicação original.

Compartilhe:

WhatsApp
X
Facebook