Em um mundo cada vez mais conectado e com conversas diretamente no smartphone, as pessoas estão confiando cada vez menos em “promessas” de execução e buscam comprovações que possam ser acessadas e medidas em tempo real. Essa nova cultura agora chega na segurança privada.
Segundo Rigoberto Costa, diretor da ztrax, empresa pioneira em monitoramento de ativos e pessoas no Brasil, conta que antes as pessoas contratavam a segurança privada, seja para cuidar de suas casas e condomínios e confiavam que a ronda estava sendo executada, agora, esse cenário mudou:
“Com a facilidade de acessos a informações, impulsionada por inteligência artificial, caixinhas inteligentes em que a conversa se tornou comum, não basta mais para as empresas afirmarem que algo está sendo feito, é preciso comprovar”.
Somente em São Paulo no primeiro semestre desse ano, dados da secretaria de segurança pública apontam uma média de 13 furtos e roubos diariamente, dado que faz com que a população vá em busca de soluções mais robustas e confiáveis para a proteção do patrimônio:
“No caso de Ronda, a tecnologia ajuda a comprovar o efetivo cumprimento da segurança, número de vezes que o segurança passou pelo local, tempo de permanência e até mesmo a velocidade. Além disso, há a possibilidade de envio de alertas para a central de monitoramento de maneira discreta e rápida, aumentando exponencialmente a segurança dos moradores e dos próprios vigilantes” finaliza Costa.
Segundo dados do SEBRAE, no Brasil há pouco mais de 13 mil estabelecimentos ativos sob a CNAE geral de vigilância, segurança privada e transporte de valores, englobando matrizes, filiais e prestadores de menor porte, estabelecendo um mercado aberto para melhorias e tecnologia.