O Brasil registrou crescimento de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2026, desempenho que colocou o país com a quinta maior alta entre 50 economias que já divulgaram seus resultados no período. O levantamento foi divulgado pela Austin Rating com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Com esse resultado, o país ficou à frente de economias como Estados Unidos e China na comparação entre trimestres imediatamente seguidos. No mesmo recorte, a liderança do ranking foi da Irlanda, com expansão de 1%.
Ranking internacional e comparação com blocos
Além de ocupar a quinta posição, o Brasil teve desempenho superior à média dos países analisados (0,2%), da Zona do Euro (0,1%) e do G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido).
Segundo boletim da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, a variação positiva do PIB no segundo trimestre veio acima das expectativas de mercado, que apontavam alta de 0,4%.
Brasil sobe no ranking das maiores economias
A Austin Rating também compara os países pelo tamanho do PIB. O Brasil era a 11ª maior economia em 2025 e passou para a 10ª posição em 2026, com PIB estimado em US$ 2,64 trilhões.
A projeção apresentada no levantamento é que o país ultrapasse a Rússia e chegue ao nono lugar em 2027. A melhor colocação já alcançada pelo Brasil foi a de sétima maior economia, entre 2011 e 2014.
O que o PIB mede — e o que não mostra
O PIB é um indicador do conjunto de bens e serviços produzidos no país e ajuda a compreender a realidade econômica, mas não expressa fatores como distribuição de renda e condição de vida. Assim, pode haver países com PIB alto e padrão de vida relativamente baixo, ou nações com PIB menor e alta qualidade de vida.
Fonte: Agência Brasil. Texto reescrito com base na publicação original.