O navio-plataforma Alexandre de Gusmão, da Petrobras, atingiu o patamar máximo de produção no Campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, com a extração de 180 mil barris de óleo por dia (bpd). A informação foi divulgada em 20 de agosto de 2026.
Onde fica o Campo de Mero e por que ele é relevante
O Campo de Mero fica a 180 quilômetros da costa do estado do Rio de Janeiro e é o terceiro maior produtor do Brasil, atrás de Búzios e Tupi — todos na Bacia de Santos. O campo de produção de óleo e gás é considerado de águas ultraprofundas, com profundidade de 2,1 mil metros.
Como funcionam os navios-plataformas no pré-sal
Também chamados de FPSO, os navios-plataformas são usados em alto-mar para extrair, processar, guardar e escoar a produção de petróleo e gás de um poço.
O que diz a Petrobras sobre o marco de produção
Em texto divulgado pela companhia, a diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Renata Baruzzi, afirmou que “cada unidade que atinge o patamar máximo de produção previsto em projeto, além de contribuir para o resultado da empresa, confirma a superação de grandes desafios técnicos e o acerto das estratégias adotadas”.
Além do Alexandre de Gusmão, operam no campo de Mero os navios-plataforma Pioneiro de Libra, Guanabara, Sepetiba e Marechal Duque de Caxias.
A diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos, informou que o ativo de Mero teve produção média de cerca de 740 mil barris de petróleo por dia (mbpd) no segundo trimestre de 2026, ainda sem o topo do Alexandre de Gusmão. “O topo da unidade mostra que seguimos uma trajetória firme de aumento da eficiência operacional dos nossos ativos”, analisou.
Fonte: Agência Brasil. Texto reescrito com base na publicação original.