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Curitiba reduz pobreza e eleva renda com programas de emprego e qualificação

Photo by bennett tobias on Unsplash

A Região Metropolitana de Curitiba reduziu a proporção de pessoas em situação de pobreza de 17,4% (2022) para 10,4% em 2025, e de extrema pobreza de 2,4% para 1,6%, segundo boletim Desigualdade nas Metrópoles, divulgado nesta quinta (11/6) pelo Observatório das Metrópoles. A RMC tem o segundo menor índice de pobreza entre as grandes metrópoles brasileiras e a segunda menor taxa de extrema pobreza.

Renda em alta e desigualdade menor

A renda média na RMC subiu de R$ 2.453 em 2022 para R$ 3.265 em 2025, chegando a R$ 1.006 entre os 40% mais pobres (era R$ 765). A região tem a terceira maior renda média entre as metrópoles e coeficiente de Gini de 0,497, um dos menores do país. Para o secretário metropolitano Thiago Bonagura, o avanço resulta da combinação de programas sociais com forte geração de empregos.

Emprego e qualificação puxam resultados

Curitiba, que concentra mais da metade da população da RMC, opera iniciativas como o portal Emprega Curitiba, o Sine Móvel, o Vale-Qualificação e o Centro de Qualificação Profissional, que conectam trabalhadores a vagas e oferecem cursos gratuitos. Segundo o secretário municipal Sérgio Bento, a estratégia de unir empregabilidade e qualificação tem sido central para aumentar renda e inclusão social.

 

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