A Região Metropolitana de Curitiba alcançou em 2024 IDHM de 0,856, o 2º maior do país segundo o Radar IDHM do Pnud Brasil, divulgado nesta terça (26/5), atrás apenas da RM de Florianópolis (0,874) e bem acima da média nacional de 0,805, com desempenho “muito alto” em saúde, educação e renda.
Educação, renda e longevidade em alta
Na educação, a RMC é a 2ª melhor avaliada (0,856), atrás de São Paulo (0,863). Em renda, também ocupa o 2º lugar (0,827), depois de Florianópolis (0,849), integrando o seleto grupo de cinco regiões com “muito alto desenvolvimento humano” nesse quesito. Em longevidade, ficou em 4º, com 0,885.
Recuperação pós-pandemia
O índice geral subiu de 0,835 (2019) para 0,856 (2024), após queda a 0,786 em 2021, reflexo da covid-19, movimento semelhante em educação, renda e longevidade. O prefeito Eduardo Pimentel e o secretário metropolitano Thiago Bonagura destacam que o avanço decorre de políticas integradas entre Curitiba e cidades vizinhas e que ainda há espaço para novas melhorias na qualidade de vida.