Meta interrogada pela CPI sobre lucros com crimes digitais

© Marcello Casal jr/Agência Brasil

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado do Senado questionou a Meta, proprietária do WhatsApp, Facebook e Instagram, sobre os supostos lucros da empresa relacionados a práticas criminosas nas plataformas digitais.

O relator da CPI, senador Alessandro Vieira, destacou que anúncios de golpes e fraudes geram bilhões de dólares em receitas. A diretora da Meta, Yana Dumaresq Sobral Alves, negou haver interesse econômico em conteúdos fraudulentos e afirmou que a empresa adota medidas para detectar e bloquear campanhas fraudulentas.

As investigações incluem alegações de que a Meta facilitaria a exploração sexual de crianças e adolescentes. Documentos internos vazados indicariam que a empresa evita regulação estatal que poderia restringir anúncios de fraudes.

Durante a audiência, Vieira pediu clareza sobre a capacidade da Meta de identificar e impedir a divulgação de conteúdos associados a abuso sexual, um tema considerado prioritário pela empresa.

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