O governo federal busca modificar o substitutivo do Projeto de Lei Antifacção, apresentado pelo relator Guilherme Derrite, com foco em dois pontos principais: o papel da Polícia Federal (PF) e o uso da Lei das Organizações Criminosas. Em reunião na Câmara, o líder do governo, deputado José Guimarães, ressaltou a necessidade de ajustes para que o mérito da matéria possa ser votado.
Críticas e ajustes no texto
O relator foi criticado por condicionar operações conjuntas entre polícias a solicitações de governadores, mas reagiu retirando essa exigência. No entanto, a PF deverá comunicar os estados sobre as operações contra o crime organizado.
Debate sobre a Lei Antiterrorismo
Outra polêmica gira em torno da inclusão de penas mais severas na Lei Antiterrorismo. O governo prefere que essas mudanças sejam implementadas na Lei das Organizações Criminosas para evitar possíveis interferências estrangeiras.