Os Estados Unidos cancelaram, no dia 15 de setembro, os vistos da esposa e da filha de 10 anos do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O próprio ministro possui visto vencido desde 2024, portanto, não foi afetado pela revogação.
Esta ação ocorre após o Departamento de Estado dos EUA cancelar vistos de funcionários brasileiros envolvidos no programa Mais Médicos, como o secretário de Atenção Especializada à Saúde, Mozart Julio Tabosa Sales, e Alberto Kleiman, ex-assessor de Relações Internacionais.
Marco Rubio, secretário de Estado norte-americano, alegou que os servidores contribuíram para um ‘esquema de exportação de trabalho forçado do regime cubano’ por meio do programa. O programa Médico existente desde 2013, foi concebido para atender áreas carentes no Brasil e conta com apoio cubano desde a década de 1960.