A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou, na quinta-feira (26), o relatório final sobre o incêndio na Pousada Garoa, que resultou na morte de 11 pessoas em abril de 2024. O estudo, conduzido pelo vereador Marcos Felipi (Cidadania), identificou “negligência grave” do proprietário André Kologeski, mas não encontrou provas suficientes para responsabilizar agentes públicos municipais.
Resultados da investigação 🔍
O relatório destacou que Kologeski estava ciente das condições inadequadas do imóvel e das falhas de segurança, incluindo a falta de extintores em funcionamento. Além disso, a pousada operava sem alvará e um plano de prevenção de incêndios.
Indiciamentos e repercussões 🌐
André Kologeski foi indiciado junto a outros dois servidores públicos. O relator da CPI, Felipi, sugeriu novas investigações para examinar responsabilidades dos gestores do convênio que ligava a pousada à Prefeitura.
Voto divergente ⚖️
Quatro vereadores, incluindo o presidente da CPI, Pedro Ruas (PSOL), discordaram do relatório, propondo que houve homicídio doloso e sugerindo responsabilização do prefeito e outros envolvidos.