Curitiba se destacou entre as capitais do Brasil por apresentar, entre 2020 e 2023, o maior percentual de população na classe C, com 40,9%, segundo estudo da Prefeitura do Rio de Janeiro com base em dados do IBGE. O crescimento da classe média foi acompanhado pela redução da população nas faixas de menor renda.
Evolução das classes sociais
No período analisado, Curitiba registrou aumento de 27,7 mil pessoas na classe C, 15,6 mil na B e 13,5 mil na A. Em contrapartida, 14,3 mil pessoas saíram das classes D e E. A cidade é a segunda capital com menor percentual de população nas faixas mais pobres (25,1%), atrás apenas de Florianópolis (16,5%).
Distribuição da população por renda
Em 2023, 68% da população curitibana estava nas classes B (27,7%) e C (40,9%). As classes A somavam 6,4%, enquanto D e E reuniam 25,1% dos moradores. Nacionalmente, a maioria da população (49,9%) está nas faixas D e E, e apenas 31,2% na classe C.
Renda familiar mensal por classe
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Classe A: acima de R$ 25 mil
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Classe B: de R$ 8 mil a R$ 25 mil
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Classe C: de R$ 3,5 mil a R$ 8 mil
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Classes D/E: até R$ 3,5 mil