GM desconfia de ”ligações” em orelhão em Curitiba e descobre o real motivo…

telefone publicoInusitada cena na noite de ontem, em orelhão da Rua do Rosário com a Rua Nestor de Castro, no Centro de Curitiba. Primeiro foi uma pessoa, depois outras vieram e formou-se uma fila no telefone público. Essas pessoas, que estavam interessadas em fazer ”ligações” , levantaram suspeitas. O primeiro a desconfiar de tanto movimento foi um pedestre, que ficou observando a “procissão”. O transeunte notou que, antes de ir até o orelhão, cada pessoa conversava com um grupo formado por jovens ali perto, e que estes entregavam alguma coisa.

Desconfiado
O cidadão resolveu acionar guardas municipais que faziam ronda na região central e eles observaram de longe toda a movimentação.  Logo eles descobriram o real motivo de tantas “chamadas”: bem embaixo da cúpula estava uma sacola com 80 pedras de crack!

A droga acabou apreendida e encaminhada para o 1º distrito policial, mas ninguém foi preso. De acordo com a Guarda Municipal, cada vez mais traficantes estão escondendo drogas em pontos como orelhões, lixeiras, paradas de ônibus e floreiras, para fugir assim do flagrante, em caso de abordagem.

Flagrante
Um pouco antes,  outro traficante não escapou da prisão em flagrante. José Américo Kotoski, de 50 anos, que cumpria pena em regime semi-aberto por latrocínio, foi preso com 50 pedras de crack escondidas na gola de seu casaco após uma denúncia. A Guarda Municipal fez uma ronda no centro por volta das 22 horas e desconfiou de um grupo que conversava na rua Cruz Machado.  O suspeito tentou fugir, mas não conseguiu escapar.  Toda a droga estava embalada individualmente.

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Com informações da Banda B

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