Mais um capítulo do caso do Hospital Evangélico de Curitiba. A instituição retomou a investigação interna sobre uma possível antecipação de mortes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), cuja principal suspeita é a médica Virgínia Helena Soares de Souza, até então chefe da UTI do hospital. As investigações não tem prazo para acabarem.
As investigações estavam paradas pois os sete prontuários estavam em poder da Polícia Civil, retornando apenas agora e já estão com a equipe do hospital – formada por advogados, médicos e enfermeiros – lembrando que os documentos são os mesmos que fazem parte do processo do Ministério Público (MP-PR) e cuja denúncia já foi aceita pelo Tribunal do Júri.
A médica, que saiu hoje depois de dois meses presa, de 57 anos, é suspeita de acelerar a morte de pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Evangélico de Curitiba e se defendeu das acusações em uma entrevista na revista Piauí , dizendo que nunca cometeu o ato de abreviar a morte dos que estavam sob a sua responsabilidade. A denúncia aponta, no entanto, que Virgínia teria abreviado a vida de pacientes para poder abrir novas vagas no centro médico. Seria culpa dela, na acusação, ao menos sete mortes entre 2006 e janeiro deste ano.
Outros médicos estão envolvidos na acusação também, como Maria Israela Cortez Boccato, Edison Anselmo da Silva Júnior e Anderson de Freitas, além das enfermeiras Patrícia Cristina de Goveia Ribeiro e Lais da Rosa Groff.
Confira mais notícias da Região Metropolitana de Curitiba pelo Jornal do Povo Paraná
Confira mais notícias do Litoral do Paraná no Jornal do Povo Paraná
Confira mais notícias de Curitiba no Jornal do Povo Paraná
Confira mais notícias do interior do Paraná no Jornal do Povo Paraná